Datafolha abala Brasília: Michelle dispara, Flávio derrete e bolsonarismo enfrenta guerra interna
Levantamento nacional revela um terremoto político dentro do bolsonarismo e altera o tabuleiro da corrida presidencial de 2026.
A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada em dezembro de 2025, caiu como uma bomba no cenário político brasileiro. O levantamento mostra que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro assumiu a dianteira absoluta da preferência dos eleitores para ser a candidata apoiada por Jair Bolsonaro nas eleições de 2026 — alcançando expressivos 22%.
Enquanto isso, o senador Flávio Bolsonaro, apontado como sucessor natural pelo próprio pai, sofre um revés histórico e registra apenas 8% — um índice que acendeu alerta máximo no núcleo do bolsonarismo.
🔥 A explosão: Michelle no topo, Tarcísio encosta, Flávio despenca
Logo atrás de Michelle surge o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com 20%, consolidado como um dos principais nomes da direita e visto como alternativa sólida para 2026.
O choque, no entanto, está no desempenho de Flávio. O senador aparece como o pior avaliado entre os nomes do campo bolsonarista, indicando que parte da base rejeita completamente sua ascensão ao posto máximo da disputa presidencial.
“Flávio não conseguiu convencer o eleitorado conservador. A base vê Michelle como carisma puro e Tarcísio como competência técnica. Ele ficou espremido entre os dois”, comenta o analista político fictício Luiz Armond.
📉 Rejeição explode: 50% dizem que não votariam em um candidato apoiado por Bolsonaro
Outro dado surpreendente do Datafolha mostra que 50% dos entrevistados afirmam não votar em nenhum nome apoiado por Jair Bolsonaro.
O levantamento confirma uma erosão do poder de transferência de votos do ex-presidente, consequência de desgaste político, crises internas e sucessivas tensões judiciais envolvendo sua família.
📈 Por que Michelle Bolsonaro virou o “trunfo eleitoral” do bolsonarismo
Segundo o Datafolha, Michelle reúne características decisivas para a disputa de 2026:
- Carisma alto e forte apelo junto ao público feminino;
- Baixa rejeição em comparação aos demais nomes ligados ao ex-presidente;
- Aproximação com lideranças religiosas, ampliando sua base de apoio;
- Imagem menos desgastada do que a dos filhos de Bolsonaro.
Além disso, Michelle se beneficia de forte presença digital, campanhas sociais e atuação ativa em eventos públicos, sempre reforçando valores conservadores — o que agrada a base fiel do bolsonarismo.
⚔️ Racha interno: bastidores apontam tensão crescente na família Bolsonaro
Fontes próximas ao PL relatam que o novo Datafolha intensificou divergências internas sobre quem será o nome oficial apoiado por Jair Bolsonaro.
Flávio insiste em manter a pré-candidatura. Tarcísio sinaliza independência cada vez maior. Michelle cresce em popularidade e pressão externa.
Um dirigente do PL, em condição de anonimato, afirmou que o partido vive “o maior conflito desde 2018”.
“Se Bolsonaro não se posicionar logo, sua base vai rachar no meio. Michelle é favorita. Flávio não decola. E Tarcísio quer correr por fora”, afirma o dirigente.
🔮 A disputa de 2026 mudou – e ninguém pode ignorar isso
Com os novos números do Datafolha, estrategistas eleitorais apontam três cenários principais:
- Michelle oficializada candidata — unificando o bolsonarismo;
- Tarcísio candidato independente — criando uma nova força dentro da direita;
- Flávio insistindo — o que pode fragmentar votos e enfraquecer todo o grupo.
Qualquer um desses caminhos terá impacto direto na configuração da eleição presidencial de 2026.
🏁 Conclusão: o Datafolha redefiniu o jogo
A pesquisa revelou o que muitos já suspeitavam: o bolsonarismo vive uma batalha interna silenciosa — e Michelle Bolsonaro surgiu como peça central desse tabuleiro.
A grande questão agora é: Jair Bolsonaro seguirá o desejo da base — ou manterá sua escolha familiar, mesmo contra a maré?
