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Tratamento de Peles Negras com Laser de CO₂ Fracionado Frio e Ativos Clareadores: Uma Abordagem Eficaz e Segura

Biomédica Amália Zanon apresenta protocolo inovador para peles negras e, em vídeo, explica todo o passo a passo com segurança e precisão

A profissional Amália Zanon, biomédica esteta com ampla especialização em laser de CO₂ e tratamentos estéticos avançados, desenvolveu um protocolo adaptado especificamente para peles negras, combinando a tecnologia do laser de CO₂ fracionado frio com um complexo de ativos clareadores — como hidroquinona, ácido tranexâmico e exossomos. O foco é tratar hiperpigmentações, uniformizar o tom da pele e estimular colágeno com máximo respeito às particularidades dessas peles.

“Em peles negras temos maior concentração de melanina, o que exige ajustes técnicos muito cuidadosos no laser e nas aplicações subsequentes. Nosso protocolo foi pensado exatamente para respeitar isso, reduzindo ao máximo o risco de HPI (hiperpigmentação pós-inflamatória)”, afirma Amália Zanon. [oai_citation:0‡Amalia Zanon](https://amaliazanon.com.br/?utm_source=chatgpt.com)

🎛️ Configuração técnica e diferenciais

No protocolo, o laser de CO₂ fracionado frio é configurado em modo randomizado, com energia de 4 mJ e duração de pulso de 1,0 ms. O espaçamento entre as colunas de ablação é aumentado para reduzir a agressão térmica e permitir maior conforto e segurança. Essa configuração é o que permite o uso em peles negras com menor risco, segundo a biomédica.

“Quando bem parametrizado, o laser de CO₂ fracionado frio torna-se uma ferramenta segura e eficaz para peles negras. O diferencial do nosso método está em aplicar imediatamente os ativos clareadores nos microcanais criados — isso otimiza o resultado e acelera a recuperação”, explica Amália Zanon.

🔬 Ativos clareadores e selamento pós-laser

A sequência do tratamento inclui um sérum clareador desenvolvido pela biomédica, que reúne:

  • Hidroquinona – inibe a produção de melanina e atua diretamente nas manchas escuras;
  • Ácido tranexâmico – ação anti-inflamatória e clareadora, eficaz em melasma e hiperpigmentações pós-inflamatórias;
  • Exossomos – promovem regeneração celular e melhoram a textura da pele.

Após o laser, a pele é selada com um peeling contendo 10% de ácido tranexâmico + 10% de ácido retinóico, que estimula a atividade dos fibroblastos, acelera a vascularização e reduz a descamação — resultando em recuperação mais rápida e uniforme.

“Os resultados aparecem em poucas semanas: pele mais luminosa, textura mais suave e menor risco de crostas ou complicações. É um ganho real para quem sempre foi tratado com protocolos genéricos”, afirma Amália Zanon.

❄️ Resfriamento e cuidados pós-procedimento

Uma das etapas mais importantes do protocolo é o resfriamento imediato e prolongado da pele após a sessão de laser — cerca de 60 minutos em média. Esse processo ajuda a reduzir inflamação, aliviar desconforto, melhorar a circulação e minimizar o risco de hiperpigmentação.

📋 Etapas resumidas do protocolo

  1. Avaliação inicial detalhada da pele;
  2. Sessão de laser de CO₂ fracionado frio (4 mJ, 1,0 ms);
  3. Aplicação do sérum clareador imediatamente após os microcanais;
  4. Selamento com peeling de ácido tranexâmico + retinóico;
  5. Resfriamento da pele por 60 minutos;
  6. Orientações de cuidados pós-tratamento: fotoproteção intensiva, hidratação e sequenciamento.

🎥 Assista ao vídeo da biomédica Amália Zanon explicando todo o protocolo exclusivo desenvolvido para peles negras

🔍 Conclusão

O tratamento de peles negras com laser de CO₂ fracionado frio aliado a ativos clareadores representa uma abordagem inovadora, eficaz e personalizada. O que diferencia este método é a adaptação às particularidades da melanina elevada, a minimização dos riscos e a aceleração da recuperação — sempre com foco em segurança e ciência.

“Personalização é a palavra-chave. Tratar peles negras exige mais do que técnica: exige respeito, conhecimento e inovação”, finaliza Amália Zanon.

Com esse protocolo, Amália reafirma a importância de tratamentos estéticos que reconhecem e respeitam a diversidade da pele — um verdadeiro avanço para a dermatologia estética no Brasil.

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